Análise games - Homefront


Homefront, game de ação em primeira pessoal, que mostra um futuro onde a Coreia do Norte invade os Estados Unidos e deixa de joelhos uma das maiores potencias do mundo. Lançado em março de 2011 para PC, Xbox 360 e PS3, foi desenvolvido pelos estúdios Kaos Studios e Digital Extremes e distribuído inicialmente pela falecida THQ, atualmente a franquia pertence a Deep Silver.

Confesso que não tenho muita afinidade com FPS de ação, portando essa análise pode ser um pouco superficial, mas com a chegada próxima de Homefront The Revolution, decidi dar uma conferida no primeiro game.


A trama começa com o protagonista Robert Jacobs, sendo preso pelas forçar coreanas e em seguida sendo resgatado por Connor e Rianna membros da resistência, com isso o jogador se une a dupla e realiza uma série de missões que visam deter o avanço das tropas invasoras. A historia é o ponto mais positivo do games, pelo menos o contexto que ela ocorre, vemos uma América totalmente arrasada, com a sua população sendo oprimida e até mesmo massacrada de forma cruel pelos Coreanos, em algum momentos o game mostra cenas bem fortes e dramáticas que deixam a trama bem crível. Porem os protagonistas da trama são bem superficiais e dificilmente você se apegará a qualquer um deles e essa falta de carisma só aumenta pelo fato das cutcenes entre os capítulos focarem apenas nos acontecimentos externos, de forma a contextualizar sobre a invasão Coreana, mas nunca dando destaque para os personagem da trama.

A jogabilodade é padrão e não acrescenta em nada no que ja foi visto nos inúmeros FPSs da atualidade. Focado na ação o game não chega a surpreender,  Mas consegue ser bem competente,  apesar de sua campanha curta. Basicamente você vai avançando pelos cenários lineares derrotando os inimigos que encontra,  sempre com algum momento cheio de ação e tensão que acrescenta um pouco de ritmo a campanha. Em alguns momentos específicos o jogador poderá pilotar um helicóptero militar e controlar uma torreta acoplada em um veículo,  sem dúvida esses são os melhores momentos do jogo. 

Visualmente o game é bem competente,  apresentando cenários bem variados com detalhamento suficiente para passar a sensação de destruição e desolação que uma invasão ao território americano causaria. Apesar de apresentar cenários bem lineares e com pouca exploração os mapas são satisfatórios e contribuem com o desenvolvimento da historia. 

O grande diferencial de Homefront está justamente na sua trama, o game começa contextualizando de como os acontecimentos globais levaram a Coreia do Norte a se tornar uma potencial militar, após não só dominar a Coreia do Sul, mas também o Japão e como uma crise do petróleo afetou toda a economia global deixando os Estados Unidos vulnerável e a beira de uma colapso financeiro, o que culmina em uma invasão da agora intitulada República Coreana.

Homefront é um bom jogo, que não chega a surpreender em nenhum momento, mas garante bons momentos de ação e apresenta uma premissa bem interessante, onde os Estados Unidos sentem os horrores da guerra na sua própria casa.


Informações adicionais:
Nota geral: 6,5.
Tempo dedicado ao game: 6,5 horas.
Conquistas desbloqueadas: 14 de 47.
Dificuldade: Joguei na dificuldade normal e foi bem tranquilo de finaliza-lo.
Fica a dica: O game apresenta pouca munição, porem basta pegar uma nova arma dos inimigos caídos e continuar atirando.
Gameplay: Clique aqui.
Imagens durante a jogatina: Cliqueaqui .
Vale o preço? Não, não vale, pegue-o com no mínimo 75% de desconto.
Modo de jogo: Tanto singleplayer, quanto multiplayer.

Idioma: Inglês, com tradução disponível no site TriboGamer.

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